
Sinopse imaginária
Já fui selvagem,
mata sem dono.
hoje vivo num cruel abandono
onde a infâmia e corrupção me furtam o precioso sono.
Fui inédito.
Púbere, pude apreciar o inédito
ora fundido a libertinagem,
ora ao discreto.
Sou pedra preciosa.
Esculpido pelo tempo,
influenciado pelos ventos
providos de alma maliciosa.

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